
Uma atuação impecável diante de um Manchester United apático, que se tornou presa fácil para o futebol bonito do Barcelona. Quem acompanhou a partida no Estádio Olímpico de Roma pode testemunhar a vitória do futebol bem jogado, em sua plenitude. Mesmo com todas as dificuldades em armar a defesa em meio aos desfalques por contusão e suspensão, Guardiola não alterou a forma exuberante de seu time jogar, ao contrário do que fez Ferguson. O domínio do meio-campo por parte do Barcelona, que tem como uma de suas principais armas a posse de bola, permitiu aos catalães dominarem a partida quase que por completo. A liberdade dada para Xavi e Iniesta foi decisiva, já que cada um deu uma assistência para gol.
Ao conquistar o título mais cobiçado dos clubes europeus, o Barcelona dá uma lição de que não é preciso armar uma equipe com três volantes ou três atacantes para que ela seja defensiva ou ofensiva, mas que é preciso adaptar as preferências táticas dos treinadores com a montagem do elenco e explorar da melhor forma as características individuais dos jogadores à disposição. E justiça seja feita, apesar de entrar com a formação errada nesta final, Ferguson também desenvolve com muita eficiência tais preceitos. E jogando bem, sempre objetivamente.


Nenhum comentário:
Postar um comentário